sábado, 26 de outubro de 2013

ATIVISTAS OU TROGLODITAS???

Ontem um grupo de sete “ativistas” invadiu o Laboratório de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental da Faculdade de Medicina da PUC, em Campinas, interior de São Paulo, para filmar o uso de porcos em aulas de anatomia. Cinco animais vivos, sedados, passavam por cirurgias experimentais de traqueostomia - abertura de um orifício na traqueia para permitir a respiração artificial - durante uma aula do curso de Medicina da maior e mais conceituada Faculdade de Medicina da América do Sul.

Dia desses, uma bióloga gaúcha, 31 anos, ativista do Greenpeace, Ana Paula Alminhana Maciel, descrita como uma brasileira típica, foi presa pela Polícia Russa, pois, fazia parte do time de marinheiros da “organização”, dizendo-se protestar “pacificamente” contra os planos da Gasprom de explorar petróleo no Ártico.
Invadir uma Plataforma de prospecção de petróleo é “protestar pacificamente” ou invasão ao patrimônio?


Dia 17.10 aconteceu o episódio “Instituto Royal”, quando um grupo de pessoas se autodenominando “ativistas”, invadiu, depredou, e destruiu anos de pesquisas. Os anarquistas levaram consigo os cães da raça Beagle e alguns coelhos. Dias depois, alguns cães retirados do IR - o que está acontecendo até hoje -  estão sendo encontrados abandonados e famintos nas ruas de São Roque. 

Pergunta-se: porque não levaram consigo os ratos que lá estavam? E, se são tão generosos, porque tem a capacidade de abandonar os amigos caninos ao relento e sem comida? 

São ocorrências claras de que chegamos ao absurdo dos absurdos.

Esses ativistas, pacifistas ou baderneiros - como queira chama-los - deveriam respeitar o patrimônio alheio. Deveriam ter conhecimento que as atividades do Instituto Royal quanto da PUC são protegidas pela Lei Federal nº. 11.794/2003, sancionada pelo então Presidente Lula, e ainda protegidas pela Constituição Federal.

Faço coro a Reinaldo Azevedo:  Ativista é uma das palavras mais cretinas empregadas pela imprensa brasileira, quando se refere a esses bandos de baderneiros, desocupados e irresponsáveis”.  

Será que esses baderneiros são tão ignorantes que não sabem que o uso de animais em pesquisas científicas é regulamentado no Brasil pelo CONCEA (Conselho Nacional de Controle e Experimentação Animal) e que o Instituto Royal e a PUC são credenciados pelo Conselho? 

Os incentivadores das invasões são tão estúpidos e iletrados que não tiveram a capacidade de imaginar que uma Universidade de nível internacional como a PUC usa animais em aulas para estudantes de Medicina seguindo regras da Comissão de Ética de Uso de Animais e a legislação própria?

Esses trogloditas não têm conhecimento que a anatomia dos porcos é semelhante a de um Ser Humano, e nem que esses animais são imprescindíveis para a formação dos alunos de Medicina por todo o País?

Tanto cachorros, como ratos, quanto coelhos estavam no Instituto Royal para testes de novas drogas farmacêuticas. E os porcos estão na PUC para aulas práticas de cirurgia e anatomia. E qual dos baderneiros pode afirmar que algum dos seus parentes não foram ou estão sendo beneficiados neste momento com os resultados dessas pesquisas? 

Invadir patrimônio particular e público, depredar laboratórios, invadir aulas em universidades, invadir navios, plataformas de petróleo e instituições por todo o globo está se tornando comum. Mas não deveria, pois, é crime. 

No caso do Instituto Royal, o Ministério Público do Estado de São Paulo já estava investigando suas atividades. Será que “passar o carro à frente dos bois” não é desrespeito ao Ministério Público e ao Judiciário, estes os únicos detentores de capacidade para fiscalizar e punir quem infringir a lei? 

Mas não é isso! A verdade é que “ativismo” virou moda. Qualquer desocupado   – na sua maioria baderneiros – pinta suas cara - eles não tem identidade própria - se passa por reacionário, uns ainda se acovardam e tapam seus rostos e saem por aí  destruindo patrimônio alheio, desafiando autoridades, depredando bem público. Isso virou moda. Ser “ativista” é sinônimo de “modernidade” e “cabeça boa”. Chega a ser ridículo. Na verdade, são uns frustrados... 

O Greenpeace foi fundado por por hippies americanos, tresloucados, irresponsáveis e inimigos do trabalho. Participar dessa velhacaria, e sair pelo mundo invadindo patrimônio alheio, desrespeitando a policia e o judiciário, desafiando outras culturas, dando uma de "salvador do mundo" e ainda se gabar de ser comunicativa, simpática e sem medo de trabalho pesado, parece bonito. Mas não é. È pura prática de crime! 

Discordo também de Rosângela Maciel, mãe da baderneira Ana Paula. A mamãe diz que sua filhinha é uma mulher íntegra e idealista. Para a justiça russa e para a maioria da sociedade brasileira sua filha é bandida sim, e como bandida deve ser tratada, pois, quem atenta contra patrimônio alheio é criminoso e bandido. Além disso, você conhece algum idealista trabalhador?

Ana Paula, se fosse realmente interessada em pesquisas na área da biologia, se peitasse trabalho sério e digno, obrigatoriamente, deveria estar participando e promovendo pesquisas visando o bem da humanidade, e não invadindo patrimônio alheio e desafiando autoridades em países pelo mundo afora.

"Tal pai, tal filho". Segundo a mãe da Ana Paula, ela teria dito aos 10 anos: “eu não posso ser veterinária. Veterinária só cuida de animais, e eu preciso cuidar do mundo.” Coitadas. Tal mãe, tal filha... vivem de sonhos.
  

Tadinha da Aninha, ela está presa, dizem alguns simpatizantes. Presa está e deve continuar. Na Rússia a polícia é séria e a justiça não brinca em serviço. Além disso, numa população mundial de mais de 7,2 bilhões de pessoas, somente 1,7 milhão se manifestaram em favor desses baderneiros, escreveram para Embaixadas Russas, segundo dados do Greenpeace. Se estivessem com a razão, certamente um número muito maior se manifestaria em favor desses desocupados. 

Mas é sempre assim. Brasileiros idealistas, inimigos do trabalho e membros do Greenpeace fazem suas defecadas pelo mundo, desafiam instituições sérias mundo afora, se dão mal, são presos, e imediatamente entram em cena os políticos oportunistas como Tarso Genro, Henrique Fontana, Nelson Pelegrino, todos do PT – o que não é nenhuma novidade – para defender, por exemplo, a coitadinha da Ana Paula. 
E até a Presidente Dilma Roussef, PT, de olho e babando em direção das eleições de 2014, tarada em ser reeleita, “determinou ao @MREBRASIL que desse toda a assistência à brasileira Ana Paula Maciel na Russia durante o protesto ambiental.” De quem saía por aí sequestrando pessoas, o que se pode esperar? 

O certo é que se Membros do Greenpeace e de outras “entidades trogloditas” que se dizem “ativistas” extrapolarem direitos em suas manifestações, desrespeitando leis internacionais, invadindo patrimônios e propriedades alheias, devem responder pelos seus atos abusivos e criminosos. Devem ser obrigados a indenizar os danos possivelmente causados. Esse "ativismo" é formação de quadrilha com disfarces pseudo-culturais, no fundo, interesseiros. Coisa de americano que tem tara por dominar o mundo...

O grupo de desocupados responsáveis pelas invasões do Instituto Royal e da PUC são tão ignorantes e aculturados que humanizam animais em detrimento da própria sobrevivência. Falta bom senso para esses irresponsáveis. Falta inteligência e conhecimento de que “usar animais para testar novos medicamentos e vacinas, é o único caminho para não usar humanos.” 

Aliás, esses intrépidos são tão corajosos, são tão amiguinhos dos animais, porque não se colocam no lugar desses animais para a realização dos ditos testes?

Eu também desconfio profundamente  da moral e da ética de quem gosta mais e dá maior valor a bicho do que a gente. Não confio naqueles que gostam mais de natureza do que dos humanos. Sempre há um interesse maior por trás  dessas “convicções”.

Sou brasileiro, mas, devo concordar que somos um bando de idiotas, mal educados e “maria vai com as outras”, pois, continuamos votando em políticos que aprovam reformas num Código Penal ultrapassado, sugerindo à quem abandona uma criança uma pena branda de até seis meses, mas, quem abandona um animal pode amargar numa cadeia por até 4 anos. Cabe profunda reflexão, pois, para a justiça nossos filhos tem menos valor que um Beagle ou coelhos. 

Quem demonstra que não teve capacidade de transmitir noções de respeito e educação à sua própria filha, quem não cuida sequer da aparência é capaz de mudar o mundo? Penso que pra mudar o mundo, você deve começar pela própria casa... pela própria vida... 

Estamos vivendo numa sociedade sem moral, sem ética e mal educada. Se continuar nessa toada, daqui a pouco será comum assistir invasões contra laboratórios, e ainda o mundo terá que se render à imposição criminosa contra o descobrimento de novos medicamentos e vacinas por esses trogloditas, o que trará prejuízos incalculáveis à ciência, e o pior, inúmeras vidas serão ceifadas pelo capricho desses irresponsáveis. 

Perdeu-se o respeito pelas instituições. Perdeu-se o respeito pela vida humana. Perde a ciência. Perdeu a moral e a ética. A justiça está execrada, a saúde vilipendiada, e os políticos continuam desmoralizados e interesseiros, enquanto isso, os trogloditas continuam praticando seus crimes sem qualquer intervenção das autoridades (in)competentes. Aliás, continuam tendo seus atos ratificados por alguns petistas não menos baderneiros. Isso é Brasil!!! 


sábado, 19 de outubro de 2013

A CONDENAÇÃO DO USO DE JÓIAS PELA I.A.S.D. = EQUÍVOCO!!!

Como membro da Igreja Adventista, acredito piamente e procuro ter a Bíblia como norma de fé e prática, ou seja, creio que a Bíblia é a base para o viver cristão. Jóias e adornos, são assuntos conflitantes dentro da I.A.S.D., mas, há equívocos, pois, a Bíblia não proíbe o seu uso. 

Algumas publicações, com citações e comentários pessoais de líderes mundiais da I.A.S.D., apontam que Igreja aceita o uso de jóias funcionaisproíbe o uso das jóias ornamentais, e afirmam que “isto é o que a Bíblia declara com respeito ao uso de jóias.” Grande equívoco. Ledo engano... 

Em 1º Timóteo 2:9-10, Paulo escreveu que "Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas)".

No mesmo sentido, 1º Pedro 3:3-5 pregou que "Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus. Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus".  

A leitura atenciosa desses dois textos, se lidos sem tendenciosidade e com espírito cristão, não diz nada mais que “Deus não olha o exterior, mas, tão somente o interior.” Há de se destacar que aqui reflito sobre o uso natural de jóias, e não com objetivos religiosos ou de ocultismo, etc...

A I.A.S.D., citando os versículos acima, proíbe o uso de jóias, mas sem explicar biblicamente. Para entender essas passagens, temos que, primeiro, examinar a gramática. Ambas usam uma construção de contraste que serve para enfatizar que uma coisa é importante e a outra de menos valor. Observe que eles dizem que a mulher não deve praticar uma coisa, mas (ou porém) deve agir de outra maneira. Simplesmente, é questão de prioridade, não de proibição.

Não se pode analisar o contexto dos versículos de Paulo e Pedro sem examinar o restante do argumento. Ambos citam mulheres do Velho Testamento como exemplos. Se verificarmos as práticas de tais mulheres santas, aprendemos que o uso de jóias e boas roupas era uma coisa comum. A exemplo disso, Gênesis 24:22, 30 e 53 se refere a Rebeca: Verso 22: E aconteceu que, acabando os camelos de beber, tomou o homem um pendente de ouro de meio siclo de peso, e duas pulseiras para as suas mãos, do peso de dez siclos de ouro;  Verso 30E aconteceu que, quando ele viu o pendente, e as pulseiras sobre as mãos de sua irmã, e quando ouviu as palavras de sua irmã Rebeca, que dizia: Assim me falou aquele homem; foi ter com o homem, que estava em pé junto aos camelos, à fonte,; e o Verso 53E tirou o servo jóias de prata e jóias de ouro, e vestidos, e deu-os a Rebeca; também deu coisas preciosas a seu irmão e à sua mãe”.

No mesmo sentido, Isaías 61:10 diz que "Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo se adorna com turbante sacerdotal, e como a noiva que se enfeita com as suas jóias.

O uso de jóias ou de roupas finas não foi o ponto principal na vida de nenhuma das mulheres santas da Bíblia. Eram conhecidas como mulheres santas por causa do caráter espiritual e o espírito submisso e humilde. Uma mulher dessas nunca usaria jóias excessivas, nem usaria uma roupa que mostra o corpo de uma maneira sensual. Por quê? Porque ela era santa!

Êxodo 35:20-35 está escrito que: 21 E veio todo o homem, a quem o seu coração moveu, e todo aquele cujo espírito voluntariamente o excitou, e trouxeram a oferta alçada ao Senhor para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes santas. 22 Assim vieram homens e mulheres, todos dispostos de coração; trouxeram fivelas, e pendentes, e anéis, e braceletes, todos os objetos de ouro; e todo o homem fazia oferta de ouro ao Senhor; 24 Todo aquele que fazia oferta alçada de prata ou de metal, a trazia por oferta alçada ao Senhor; e todo aquele que possuía madeira de acácia, a trazia para toda a obra do serviço. 25 E todas as mulheres sábias de coração fiavam com as suas mãos, e traziam o que tinham fiado, o azul e a púrpura, o carmesim e o linho fino. 26 E todas as mulheres, cujo coração as moveu em habilidade fiavam os pêlos das cabras.
27 E os príncipes traziam pedras de ônix e pedras de engastes para o éfode e para o peitoral, 28 E especiarias, e azeite para a luminária, e para o azeite da unção, e para o incenso aromático. 29 Todo homem e mulher, cujo coração voluntariamente se moveu a trazer alguma coisa para toda a obra que o Senhor ordenara se fizesse pela mão de Moisés; assim os filhos de Israel trouxeram por oferta voluntária ao Senhor.[...] 31 E o Espírito de Deus o encheu de sabedoria, entendimento, ciência e em todo o lavor, 32 E para criar invenções, para trabalhar em ouro, e em prata, e em cobre, 33 E em lapidar de pedras para engastar, e em entalhar madeira, e para trabalhar em toda a obra esmerada.[...] 35 Encheu-os de sabedoria do coração, para fazer toda a obra de mestre, até a mais engenhosa, e a do gravador, em azul, e em púrpura, em carmesim, e em linho fino, e do tecelão; fazendo toda a obra, e criando invenções”.
Pergunta-se: “Se o povo de Israel trazia ofertas em ouro para o Senhor, para a construção de tabernáculos, como poderia isso ter ocorrido, com a aceitação de Deus, se o uso de jóias (anéis, fivelas, braceletes, etc) fosse proibido por Deus? Não seria uma ambiguidade de raciocínios pregado pela própria Bíblia? Não seriam dois pesos e duas medidas?”
Ezequiel 16 demonstra o que Deus fez por Judá, e começa pregando que “E veio a mim outra palavra do SENHOR dizendo:[...] Então te lavei com água, e te enxuguei do teu sangue, e te ungi com óleo. E te vesti com roupas bordadas, e te calcei com pele de texugo, e te cingi com linho fino, e te cobri de seda.E te enfeitei com adornos, e te pus braceletes nas mãos e um colar ao redor do teu pescoço. E te pus um pendente na testa, e brincos nas orelhas, e uma coroa de glória na cabeça. E assim foste ornada de ouro e prata, e o teu vestido foi de linho fino, e de seda e de bordados; nutriste-te de flor de farinha, e mel e azeite; e foste formosa em extremo, e foste próspera, até chegares a realeza. E correu de ti a tua fama entre os gentios, por causa da tua formosura, pois era perfeita, por causa da minha glória que eu pusera em ti, diz o Senhor DEUS. (versículos 9-14)”.
A palavra de Deus é simples, se estudada com espírito cristão e dirigida pelo Espírito Santo, sem tendências, casuísmos ou razões (leia-se vontades e desejos) próprias. E o uso comedido de jóias e adornos, NÃO é pré-requisito exigido por Deus para aceitação e salvação dos Seus filhos. 

Plutarco escreveu em seu tomo Moralia: "Não é o ouro ou pedras preciosas ou escarlata que a tornam assim (decorosas), mas tudo o que envolve daquilo que simboliza a dignidade, bom comportamento e modéstia (Coniuglalia Precepta 141)." 

André Reis, diz que a busca pelas qualidades interiores é uma faca de dois gumes: seu fio atinge àqueles cristãos que tentam fazer do exterior o centro da sua identidade através do adorno exageradamente aparatoso, mas, também atinge àqueles que tentam fazer da abstenção do adorno o centro da sua identidade”.  

A leitura correta dos textos citados por Paulo e os demais revela que devemos evitar proibições taxativas sobre adorno que pretendem fazer do exterior a marca registrada do testemunho cristão. Essa ênfase é justamente o oposto da intenção do texto bíblico, pois torna o exterior e a aparência um teste de fé. Paulo teria dificuldades com a preocupação exagerada com o exterior no afã de manter a “identidade Adventista”. 
E continua: A suposta distinção entre joia funcional e joia ornamental nada mais é que uma tentativa para justificar o fato de que os adventistas em realidade não são contra todo tipo de adorno, apenas alguns tipos de adorno. Mas, a convenção que considera a gravata e seu prendedor, o colete, as abotoaduras, o enfeitado relógio de pulso, a aliança de ouro, o salto alto, o pintar dos cabelos e as luzes como adorno aceitáveis para o cristão precisa tornar-se coerente e considerar também como aceitável e bom gosto a moderação no uso de jóias ornamentais tais como brincos, anéis, colares, o esmalte e a maquiagem”.
E diz ainda que “a preocupação exagerada com jóias e adornos pode ser um sintoma de problemas mais graves com a psiquê adventista atual: o legalismo, a confusão sobre salvação e perfeccionismo”.
De modo que não existe  nenhum texto bíblico proibindo o uso de jóias e adornos. Os escritores bíblicos ensinam é que tudo deve ser usado com coerência, bom senso, e nada de espalhafatos, como tudo na vida de um cristão. Pedro e Paulo não proibiram o uso de adorno, mas, enfatizaram que estes NÃO dever ser a vitrine do caráter da mulher cristã. Isso prova que a posição da IASD sobre jóias e adornos é insustentável.
Finalmente, apesar da ausência da proibição do uso de jóias nas escrituras, é natural e incontestável  que o seu uso deve ser pautado pelo equilíbrio e bom senso, nada de exageros e ostentações. Com isso, o uso adequado de jóias, somente irá emoldurar as qualidades interiores da mulher cristã.
De modo que o argumento de que usar jóias “prejudica” o testemunho dos membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia é FALSO e sem nenhum amparo bíblico, o que denota simplesmente a "vontade da liderança", o que não é socialmente e nem biblicamente correto, e se não é correto é errado. 


[1] André Reis é Bacharel em Teologia pela Universidade Adventista de São Paulo, Mestre em Música pela Longy School Music e atualmente é candidato ao Ph.D.em Novo Testamento pela Universidade Adventista de Avondale. Como autor,contribuiu dois capítulos para o livro “En Espíritu y en Verdad” (Pacifc Press, 2013)e é moderador do site www.AdventismoHoje.com e colunista do site Adventist Today(www.atoday.com).