UM TRISTE FIM, MAS, ANUNCIADO!
O fim da carreira de Rita Lee não foi em grande estilo, até porque, já era um fim anunciado.
O fim da carreira de Rita Lee não foi em grande estilo, até porque, já era um fim anunciado.
O “auê” que criou em Aracaju é nada mais que o reflexo da história escrita no decorrer da sua vida musical, reflexo da pessoal. Pode ser que ela não quis magoar a mim nem a você, mas, ao xingar os policiais militares de “cavalos” e “filhos da puta” em apologia direta ao consumo de maconha, deixou mais claro ainda como é o seu caráter, como educou seus filhos e enxerga o mundo.
Deveria respeitar seus fãs, pois, não é todo mundo que ouve Rita Lee que fuma maconha.
O certo é que se tal ato tivesse sido praticado por uma velhota mortal comum, no outro dia estaria nos jornais de todo o País, mas, talvez com uma chamada mais direta e avassaladora, como por exemplo, “Idosa presa por apologia à Maconha”.
Mas, se trata de uma idosa famosa. Uma idosa que deveria dar respeito para ser respeitada. Um péssimo fim - há muito anunciado - para uma carreira marcada pelo consumo de drogas, sexo livre e uma desenfreada luta pela liberdade de expressão. Ocorre que, do alto dos seus mais de 70 anos a tal velhota não entendeu ainda a diferença entre “liberdade e libertinagem”. Talvez, irá virar fumaça e ainda não entenderá...
E o pior é que milhares de fãs ainda aplaudem a tal velhota. Na verdade, uma vergonha!!!
