Quando ainda jovem, tinha a imagem de Deus como um Ser sério, vingativo, implacável e justiceiro.
Mas, os estudos das Escrituras Sagradas me revelaram outra realidade: Deus, é um Deus de misericórdia, longanimidade, bondade e perdão. Já cheguei a imaginar como seria ver Deus cara-a-cara. Revelou-me, ainda, um Divindade formada por três Seres (Pai, Filho e Espírito Santo), que regozijam quando estou feliz e entristecem quando minha alma está triste.
Lucas 15 narra que quando Jesus pregava, reunia ao seu redor todos os tipos de pessoas, dentre elas, os fariseus e os escribas que sempre julgavam o que Ele falava, seus atos e milagres. E naquela oportunidade murmuraram: “Este recebe pecadores, e come com eles.”
Inspirado pelo seu Pai, Jesus sempre pregava por parábolas, tendo respondido àqueles homens na forma da “parábola da ovelha perdida e da dracma perdida”:
Essa é uma das parábolas mais conhecidas e lidas, que fala das cem ovelhas, dentre elas, uma se perdeu. Devemos imaginar que para um bom pastor uma ovelha não é um simples animal. Ele não a vê como um simples animal para o seu lucro. Ele a ama. Para o(s) Dirigente(s) da(s) Igreja(s) um membro não é uma pessoa qualquer; Para mim, um amigo não é nem um pouco comum, mas, é “meu amigo”, uma pessoa especialíssima, e para Jesus, você e eu somos tratados como ovelhinhas recém-nascidas que desgarramos do rebanho e estamos na direção dos lobos famintos. Ele se preocupa conosco porque somos seus filhos. Ele nos ama!
“Qual dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Lc. 15:4
Esta parábola é ilustrativa para os nossos dias. As ovelhas nos simbolizam. Homens e mulheres, pecadores, mentirosos, falsos, jactanciosos,rebeldes, invejosos e vis.
É fácil imaginar o que se passa dentro de cada um de nós, quando presenciamos alguém se doando, passando por dificuldades de todas as formas, com objetivo exclusivo de ajudar alguém. Isso não é aceitável aos nossos olhos.
É natural que o Ser Humano passe a tecer julgamentos antecipados, tendenciosos e sem qualquer embasamento. Preferimos entender que àquela pessoa está trilhando aquele caminho porque quis, então, que suporte as conseqüências.
Aquelas 99 ovelhas ficaram sozinhas ali no deserto, enquanto o pastor se foi, provavelmente, como de costume, era uma noite fria, escura, em busca da centésima ovelha. E, quando o pastor retornou, devia estar todo arranhado pelos “espinhos”, machucado, com fome, sede, sono e cansado, mas, sem dúvida, muito contente e feliz por tê-la resgatado.
Devem ter imaginado que a centésima era a queridinha dele. Podem tê-la recebido com indiferença. Com ciúme.Com desdém.
Penso que o ciúme, o desdém, o julgamento, os olhares atravessados das noventa e nove ovelhas que ficaram, esses sentimentos desprezíveis, são os mesmos que sentimos hoje. Temos agido como ovelhas ciumentas. Não temos a mesma alegria pelos homens e mulheres que Jesus, Nosso Salvador, consegue resgatar das garras de satanás.
Preferimos nos acovardar. Nossos corpos ficam estáticos. Nossa mente continua julgando. A língua, felina, continua atacando.
Não é incomum abandonarmos pelos caminhos do mundo, certos “irmãos e irmãs” que “pisaram na bola”, se desgarram do “rebanho” pelos mais diversos motivos, ou, até mesmo, por motivos que nem mesmo elas sabem. Estão perdidos. Sem saber para onde correr.
Preferimos julgar e humilhar os que estão perdidos, sem rumo. Chegamos a esquecê-los. Colocamos-lhes à margem como faziam na antiguidade com os leprosos. Agimos como pobres de espírito, como fariseus.
Ouço sempre alguém dizer que “Igrejas são hospitais, UTI´s, onde todos nós somos doentes necessitados da cura”. É uma verdade.
Mas, também, não raro, e do alto da nossa soberba, mesmo dentro das igrejas, com exacerbada hipocrisia, nos sentimos com poder para “escolher” os que “vão poder se tratar na UTI, com toda assistência; os da enfermaria, e os que vamos “dispensar” logo no atendimento da “emergência”.
E, quando esse alguém que “dispensamos” se perde, se encontra em dificuldades, agimos como falsos cristãos. Cristãos de mentirinha. Preferimos abandoná-los, esquecê-los, literalmente riscando-os da nossa vida, e o pior, desejando que “colham os frutos que plantaram”.
Jesus, Nosso Salvador, não age como nós. Ele fica feliz. Os céus com todos os seus anjos se regozijam com a entrega, com a volta de um filho desgarrado. Ele está sempre de braços abertos para me receber. Está sempre de braços estendidos para que você e eu o alcance.
“Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.” Lc. 15:7
Não importa onde nem em que situação você e eu esteja agora. Não importa o “pisão no tomate” que você ou eu tenhamos cometido. Não importa os vícios e os pecados ocultos, por mais graves que sejam, abrace o momento.
Se entregue a Jesus, agora, sem reservas. Chame-o para uma “conversa”. Conte seus pecados segredados. Seus desvios de conduta. Suas falhas, por menores que sejam. Se entregue a Ele.
Só assim, você e eu vamos entender que o sofrimento não dura para sempre. Que, só Ele sabe as situações que você e eu enfrentamos. Ele supre as nossas necessidades, revelando-se para você e para mim, como o único Senhor e Salvador.
“Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” Lc. 15:10
Busque-o agora. Ele é tudo que você e eu precisamos. Ele está nos esperando. Vamos? Corra...!!!
Mas, os estudos das Escrituras Sagradas me revelaram outra realidade: Deus, é um Deus de misericórdia, longanimidade, bondade e perdão. Já cheguei a imaginar como seria ver Deus cara-a-cara. Revelou-me, ainda, um Divindade formada por três Seres (Pai, Filho e Espírito Santo), que regozijam quando estou feliz e entristecem quando minha alma está triste.
Lucas 15 narra que quando Jesus pregava, reunia ao seu redor todos os tipos de pessoas, dentre elas, os fariseus e os escribas que sempre julgavam o que Ele falava, seus atos e milagres. E naquela oportunidade murmuraram: “Este recebe pecadores, e come com eles.”
Inspirado pelo seu Pai, Jesus sempre pregava por parábolas, tendo respondido àqueles homens na forma da “parábola da ovelha perdida e da dracma perdida”:
Essa é uma das parábolas mais conhecidas e lidas, que fala das cem ovelhas, dentre elas, uma se perdeu. Devemos imaginar que para um bom pastor uma ovelha não é um simples animal. Ele não a vê como um simples animal para o seu lucro. Ele a ama. Para o(s) Dirigente(s) da(s) Igreja(s) um membro não é uma pessoa qualquer; Para mim, um amigo não é nem um pouco comum, mas, é “meu amigo”, uma pessoa especialíssima, e para Jesus, você e eu somos tratados como ovelhinhas recém-nascidas que desgarramos do rebanho e estamos na direção dos lobos famintos. Ele se preocupa conosco porque somos seus filhos. Ele nos ama!
“Qual dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Lc. 15:4
Esta parábola é ilustrativa para os nossos dias. As ovelhas nos simbolizam. Homens e mulheres, pecadores, mentirosos, falsos, jactanciosos,rebeldes, invejosos e vis.
É fácil imaginar o que se passa dentro de cada um de nós, quando presenciamos alguém se doando, passando por dificuldades de todas as formas, com objetivo exclusivo de ajudar alguém. Isso não é aceitável aos nossos olhos.
É natural que o Ser Humano passe a tecer julgamentos antecipados, tendenciosos e sem qualquer embasamento. Preferimos entender que àquela pessoa está trilhando aquele caminho porque quis, então, que suporte as conseqüências.
Aquelas 99 ovelhas ficaram sozinhas ali no deserto, enquanto o pastor se foi, provavelmente, como de costume, era uma noite fria, escura, em busca da centésima ovelha. E, quando o pastor retornou, devia estar todo arranhado pelos “espinhos”, machucado, com fome, sede, sono e cansado, mas, sem dúvida, muito contente e feliz por tê-la resgatado.
Devem ter imaginado que a centésima era a queridinha dele. Podem tê-la recebido com indiferença. Com ciúme.Com desdém.
Penso que o ciúme, o desdém, o julgamento, os olhares atravessados das noventa e nove ovelhas que ficaram, esses sentimentos desprezíveis, são os mesmos que sentimos hoje. Temos agido como ovelhas ciumentas. Não temos a mesma alegria pelos homens e mulheres que Jesus, Nosso Salvador, consegue resgatar das garras de satanás.
Preferimos nos acovardar. Nossos corpos ficam estáticos. Nossa mente continua julgando. A língua, felina, continua atacando.
Não é incomum abandonarmos pelos caminhos do mundo, certos “irmãos e irmãs” que “pisaram na bola”, se desgarram do “rebanho” pelos mais diversos motivos, ou, até mesmo, por motivos que nem mesmo elas sabem. Estão perdidos. Sem saber para onde correr.
Preferimos julgar e humilhar os que estão perdidos, sem rumo. Chegamos a esquecê-los. Colocamos-lhes à margem como faziam na antiguidade com os leprosos. Agimos como pobres de espírito, como fariseus.
Ouço sempre alguém dizer que “Igrejas são hospitais, UTI´s, onde todos nós somos doentes necessitados da cura”. É uma verdade.
Mas, também, não raro, e do alto da nossa soberba, mesmo dentro das igrejas, com exacerbada hipocrisia, nos sentimos com poder para “escolher” os que “vão poder se tratar na UTI, com toda assistência; os da enfermaria, e os que vamos “dispensar” logo no atendimento da “emergência”.
E, quando esse alguém que “dispensamos” se perde, se encontra em dificuldades, agimos como falsos cristãos. Cristãos de mentirinha. Preferimos abandoná-los, esquecê-los, literalmente riscando-os da nossa vida, e o pior, desejando que “colham os frutos que plantaram”.
Jesus, Nosso Salvador, não age como nós. Ele fica feliz. Os céus com todos os seus anjos se regozijam com a entrega, com a volta de um filho desgarrado. Ele está sempre de braços abertos para me receber. Está sempre de braços estendidos para que você e eu o alcance.
“Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.” Lc. 15:7
Não importa onde nem em que situação você e eu esteja agora. Não importa o “pisão no tomate” que você ou eu tenhamos cometido. Não importa os vícios e os pecados ocultos, por mais graves que sejam, abrace o momento.
Se entregue a Jesus, agora, sem reservas. Chame-o para uma “conversa”. Conte seus pecados segredados. Seus desvios de conduta. Suas falhas, por menores que sejam. Se entregue a Ele.
Só assim, você e eu vamos entender que o sofrimento não dura para sempre. Que, só Ele sabe as situações que você e eu enfrentamos. Ele supre as nossas necessidades, revelando-se para você e para mim, como o único Senhor e Salvador.
“Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” Lc. 15:10
Busque-o agora. Ele é tudo que você e eu precisamos. Ele está nos esperando. Vamos? Corra...!!!
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